Botafogo tranquilo enquanto Peñarol apela fora de campo; leia
Após uma atuação de gala no jogo de ida, totalmente histórica, com um segundo…

Após uma atuação de gala no jogo de ida, totalmente histórica, com um segundo tempo genial, o Botafogo praticamente garantiu sua vaga na final da Copa Libertadores ao derrotar o Peñarol por impressionantes 5 a 0 no Estádio Nilton Santos.
Indubitavelmente a superioridade do time carioca é acachapante. Mas isso deixou os uruguaios tão mordidos e sem alternativas que tentam desestabilizar o clube carioca fora do campo. Se por um lado o resultado fez o Botafogo colocar um pé na final, por outro, o Peñarol recorre a medidas externas e táticas desesperadas.
A questão é que esquecem o mais importante para vencer o Botafogo: jogar bola!
Antes da partida de ida, a equipe do Peñarol criou tumulto na Zona Oeste do Rio e continuou pressionando fora do campo. Porém, isso se refletiu apenas em uma postura defensiva e nada produtiva durante o primeiro tempo. O time entrou para catimbar. Após o primeiro tempo, o Glorioso dominou o jogo com autoridade e mostrou por que é um dos favoritos ao título.

Após a derrota, o Peñarol começou uma sequência de tentativas para influenciar a Conmebol. Uma delas foi pedir a proibição de jogos em gramado sintético, o que foi uma das desculpas dadas por uruguaios pelo tamanho da derrota. Essa proposta, considerando a diversidade de condições de jogo no continente, apenas evidenciou a frustração uruguaia. Seria o mesmo que tentar impedir jogos na altitude.
Ainda por cima a equipe ainda tenta levantar questões sobre a atuação da polícia brasileira, uma manobra ardilosa para desviar o foco do resultado em campo e das chances mínimas de reverter a situação.

O Peñarol aposta em limitar a torcida do Botafogo no jogo de volta. Contudo, para não dizer que não mudou nada do time, deve ficar mais ofensivo. É a única opção, claro. Bom para o Botafogo, cuja postura deve ser de cautela, discrição e concentração, sem cair em provocações e táticas psicológicas do adversário. E tem tudo para matar o jogo no contra-ataque.
Afinal, o placar da primeira partida exaltou o óbvio ululante: o que vai decidir mesmo é jogar futebol e isso o Fogão sabe muito.
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