John Textor, dono da SAF do Botafogo. Foto: Vitor Silva
O futuro financeiro do Botafogo está incerto após o adiamento da aguardada assembleia da SAF, que deveria ter deliberado sobre o plano de investimento de US$ 25 milhões e a proposta de recuperação judicial apresentada por John Textor. A falta dos representantes da Eagle Cork Gully LLP impediu a realização da reunião, frustrando a meta de evitar novas sanções de transfer ban pela FIFA. Entenda como a indefinição afeta diretamente as finanças do clube e pode alterar seu rumo nos dias seguintes.
O caso se tornou conhecido porque a gestão da SAF do Botafogo, liderada por John Textor, está batalhando para aprovar medidas urgentes para prevenir restrições graves. A Eagle, responsável principal pelo processo, pediu o adiamento da assembleia agendada para o dia 20, porém o tribunal arbitral recusou e exigiu a presença dos representantes.
Como não houve acordo, a reunião foi adiada para a segunda convocação, agendada para o dia 27. Textor planejava solicitar a recuperação judicial na primeira oportunidade, em razão das dificuldades de fluxo de caixa e das cobranças dos credores do clube, como forma de proteger a instituição contra bloqueios e proporcionar um alívio financeiro. Mais informações sobre essa crise no futebol.
(Foto: Clement Mahoudeau/AFP)
Dirigentes e autoridades esportivas reagiram imediatamente, o Botafogo enfrenta uma situação grave, e um conselheiro da SAF alerta que as decisões adiadas podem piorar a situação. De acordo com fontes próximas à Eagle, a decisão de postergar se deve à necessidade de avaliar opções jurídicas e financeiras. Textor destacou:
“Precisamos de soluções agora para evitarmos sanções severas no mercado de transferências”.
Foto: Vitor Silva/Botafogo.
O clube, já sob pressão devido aos atrasos, observa com preocupação o aumento das dívidas e as possíveis sanções de bloqueio por parte da FIFA e outras organizações.